sexta-feira, 21 de maio de 2010
sábado, 4 de julho de 2009
Um Fósforo, Uma Bala de Menta, Um Café e Um Jornal.

Um Fósforo, Uma Bala de Menta, Um Café e Um Jornal.
O que você diria de uma empresa que pudesse encantar seus clientes com um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal? Num mundo onde a competitividade obriga as empresas a gastarem rios de dinheiro para deixarem seus clientes satisfeitos, isso cheira mais a poesia... Pois é exatamente com esta simplicidade, que eu chamaria de revoltante, que o Hotel Venetia encanta seus clientes... Milagre? Não... Competência! O texto abaixo, que a Rede me brindou via um e-mail do Halley, não o cometa, mas o irmão, esclarece o, aparente, mistério... “Pequenos detalhes... Grandes resultados. Um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal: Estes quatro elementos fazem parte de uma das melhores histórias sobre atendimento que conhecemos. Um homem estava dirigindo há horas e resolveu procurar um hotel ou uma pousada para descansar. Em poucos minutos, avistou um letreiro luminoso com o nome: Hotel Venetia. Quando chegou à recepção, o hall do hotel estava iluminado com luz suave. Atrás do balcão, uma moça de rosto alegre o saudou amavelmente: "- Bem-vindo ao Venetia!" Três minutos após essa saudação, o hóspede já se encontrava confortavelmente instalado no seu quarto e impressionado com os procedimentos: tudo muito rápido e prático. No quarto havia uma cama impecavelmente limpa, uma lareira e um fósforo sobre a lareira, para ser riscado. Era demais! Aquele homem que queria um quarto apenas para passar a noite, começou a pensar que estava com sorte. Mudou de roupa para o jantar (a moça da recepção fizera o pedido no momento do registro). A refeição foi tão deliciosa, como tudo o que tinha experimentado, naquele local até então. Assinou a conta e retornou para o quarto. Fazia frio e ele estava ansioso pelo fogo da lareira. Qual não foi a sua surpresa! Alguém havia se antecipado a ele, pois havia um lindo fogo crepitante na lareira. A cama estava preparada, os travesseiros arrumados e uma bala de menta sobre cada um. Que noite agradável aquela! Na manhã seguinte, o hóspede acordou com um estranho borbulhar. Saiu da cama para investigar. Simplesmente uma cafeteira ligada por um timer automático estava preparando o seu café e, junto um cartão que dizia: "Sua marca predileta de café. Bom apetite!" Era mesmo! Como eles podiam saber desse detalhe? De repente, lembrou-se: no jantar perguntaram qual a sua marca preferida de café. Em seguida, ele ouve um leve toque na porta. Ao abrir, havia um jornal. "Mas, como pode?! É o meu jornal! Como eles adivinharam?" Mais uma vez, lembrou-se de quando se registrou: a recepcionista havia perguntado qual jornal ele preferia. O cliente deixou o hotel encantando. Feliz pela sorte de ter ficado num lugar tão acolhedor. Mas, o que esse hotel fizera mesmo de especial? Apenas ofereceram um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal. Nunca se falou tanto na relação empresa-cliente como nos dias de hoje. Milhões são gastos em planos mirabolantes de marketing e, no entanto, o cliente está cada vez mais insatisfeito, mais desconfiado. Mudamos o layout das lojas, pintamos as prateleiras, trocamos as embalagens, mas esquecemos-nos das pessoas. O valor das pequenas coisas conta, e muito. A valorização do relacionamento com o cliente. Fazer com que ele perceba que é um parceiro importante!” Gostaram? Continuando nossos comentários sobre o e-mail: Neste mundo globalizado onde dezenas, ou centenas e, em alguns muitos casos, milhares de empresas são concorrentes, destacam-se aquelas que “tocam” as pessoas com um atendimento diferenciado. Quem pode pagar, quer benefício. Simples assim. Aqueles que procuram entender quais os benefícios que têm valor para o segmento ao qual se propõe atender e conseguem criar esses benefícios, são “ungidos” pelo cliente. Não há mais o que falar... Há um Hotel em São Paulo que, entre os vários mimos com os quais paparica seu cliente, um se destaca: quando o hóspede preenche sua ficha e informa a cidade onde nasceu, o Hotel procura na Internet o jornal da cidade natal do hóspede e, com um equipamento que importou para este mimo, imprime o Jornal que ele recebe pela manhã. Alguns o lêem com lágrimas nos olhos...Isso é inesquecível. Marketing é isto: Surpreender por encantar... Pensem nisto!
Recebi por e-mail e procura-se autoria.
terça-feira, 24 de março de 2009
Hora Relógio nas Unviversidades

O Tamanho da Embalagem - A Hora de 50 Minutos Considerações elaboradas antes do Parecer 8/2007, homologado pelo Sr. Ministro da Educação e publicado no DOU de 13/06/2007 - Seção I - p.11. Prof. Roney SignoriniConsultor Educacional
roneysignorini@ig.com.br
O Observatório Universitário divulgou em abril de 2005 uma versão preliminar para comentários e sugestões da comunidade sobre o importante tema "Mensuração dos Conteúdos Acadêmicos da Educação Superior" sob a assinatura dos educadores André Magalhães Nogueira, Edson Nunes e Helena Maria A.M.Barroso. O assunto, apaixonante pela essência, está disposto ao longo de sessenta e três páginas e alinhavado em dezoito tópicos. Os autores solicitavam colaborações que pudessem ser agregadas ao escopo.Chama a atenção o trabalho de autêntica garimpagem que resultou no Anexo, compreendendo o largo período de 1962 até 1993, com sessenta e sete registros, entre Pareceres e Resoluções do CFE, sobre variações do mesmo tema: aula, hora/aula, duração. Ainda nesse particular, infelizmente não consta o elenco de tantas outras manifestações que abrigaram as discussões do mesmo fulcro, de 1994 até 2005, já ao vigor da nova LDB. Para um conjunto de conseqüências normativo-interpretativas a dedução imediata que se pode fazer é a de que o habitual cipoal regulador continua à frente dos operadores da educação brasileira, também traduzido como um mar de vaidades de navegação semântica, sem chegar conclusivamente a uma exigida solução. Os autores conseguiram, ao mesmo tempo em que constroem rico material para análise junto à comunidade, abrir muitas feridas subjacentes à epiderme conteudística, dos programas das disciplinas.Existem várias aulas no cenário educacional brasileiro e todas muito distintas. Cada uma carregando marsupialmente os seus conteúdos, espacial e temporalmente. Vejamos algumas. É possível distinguir a aula particular da coletiva, de 1 até 100 alunos em sala, a presencial da oferecida a distância, aquela propiciada no ensino básico ( fundamental e médio ), no curso superior e até pós-graduação. Mas há também a aula dos cursos preparatórios, aquelas propostas em instituições particulares bem como nas públicas. Existe a aula regular/padrão e da nem tanto quando se trata de aula de reposição, da modalidade Dependência, de revisão, bem como a questão das aulas matutina, vespertina e noturna. E, finalizando, as que ensejam acaloradas posições: as aulas teóricas versus práticas. Nenhuma delas é igual a outra e todas guardam particularidades, molduras diferentes para um mesmo cenário.Fato é que, antes dessas "classificações", importa saber se a aula, qualquer, foi ou não bem oferecida pelo docente, explorando pontualmente o tema do dia. Se ela foi ou não bem recebida pelo aprendiz. Os conteúdos tinham propriedades para a relação de reciprocidade no ensino-aprendizagem ?Como exemplo, consideremos uma disciplina de 40 horas/aulas/semestre, ofertada em 2hs./aula por semana, em 20 semanas, em 100 dias letivos/semestre. ( Veja o quadro anexo ).Ao longo de tal período, consideremos que a avaliação ocorra na última semana de junho, conforme o Art.47 da LDB. Assim, em junho tem-se 3 1/2 semanas com aulas. Em maio 4 1/2, em abril outras 4, em março 5, adicionando as 3 de fevereiro totalizando as 20 semanas.Se cada encontro tradicional/regular do docente com o aluno ocorre em 100 minutos ( 50+50 ),multiplicados pelas 20 semanas chega-se a 2.000 minutos, que divididos por 50 minutos resultam os 40 encontros, mas não com (40) horas/relógio. Adotando os mesmos 2.000 minutos e dividindo por 60 minutos resultam uma dízima de 33,33 hs., que não atinge as 40 horas necessárias. Eis a conseqüência direta da inventiva criação brasileira da hora de 50 minutos.Mas isso não é tudo na feitura dos cálculos, e os autores do trabalho sobre Mensuração demonstram muito bem, em alguns quadros de simulações, os diversos equívocos ao se cotejar carga horária mínima, anos de duração do curso, dias letivos, carga horária/dia que têm íntima relação com os conteúdos. Para o exemplo referido acima estão faltando quase 6 horas para completar as 40hs., se adotado o referencial de 100 minutos, quando uma hora/aula não tem 60 mas 50 minutos. Quer se impor a relativização da hora/aula com a hora/relógio. Há, portanto, um véu de fumaça encobrindo a realidade cotidiana das salas de aula quando no Plano de Ensino o docente programa conteúdos sem a correta justaposição deles ao fator tempo. Inclusive porque não considera diversos acidentes de percurso como feriados, falta de energia elétrica, enchentes, comoção social, greve de transportes, acometimentos na saúde ( afastamentos ), viagens, palestras e visitas inesperadas ao campus, Copa do mundo, eleições, etc. etc. Afora o que é suprimido no tempo pela "lerdeza" que provoca reação de reciprocidade: do professor que chega atrasado à sala porque o aluno sempre entra atrasado. E vice-versa. Se há escola que ainda faz chamada nominal de todos os alunos integrantes da turma, para constatação da presença, sem sombra de dúvida lá se vão mais uns dez a quinze minutos no início ou no fim da aula. Quando deveria ter 120 minutos ( 60 + 60 ), tem teóricos 100 mas em realidade só opera 80 a 90 minutos.Para completar os cálculos, se há 20 encontros no semestre, e sabemos que todos não ocorrem, dos quais ainda teremos que subtrair os 10 minutos, chegaremos a 200 minutos no semestre, representando outras 3,33 horas a menos. Ou seja, feliz do aluno que conseguir ter 30 horas/aula quando deveria ter 40 horas relógio, lembrando que os conteúdos foram ( ou deveriam ser ) programados em tese para a medida maior.Continuando com o mesmo raciocínio, em cascata, aplicando-o nas demais disciplinas integrantes do currículo, um curso idealizado para ser ofertado em quatro anos, com 3.200 horas, acabará tendo no máximo 2.400 horas. A diferença representa exatamente um ano de estudos, de 800 horas "desperdiçadas" ( 400 + 400 ).Indo em frente sobre o assunto, depois de discutida a cubicagem do recipiente, a embalagem, nos projetamos para o segundo aspecto: o conteúdo desse recipiente, o que vai dentro. Vale dizer, tratar das NDCs - Novas Diretrizes Curriculares contemplando as habilidades e competências sem negligenciar as "prontidões", de o aluno estar ou não preparado com a carga efetiva de conhecimentos, dimensionada no plano das capacidades.A Disciplina e sua Carga HoráriaFixada para ter 40 hs/aulas-semestrais e abrigar os conteúdos previamente estabelecidos e discutidos, a oferta de uma disciplina de curso superior, à razão de 2 hs/aula-semana transcorre durante 20 semanas ( ou 100 dias letivos ). Considerando os números abaixo, na hipótese do início da aula acontecer com 5 ou mais minutos de atraso, bem como se finalizada com iguais 5 ou mais minutos antes do término regulamentar, tem-se resultados desastrosos.Na Tabela, usando o indicador mais radical, de suprimir-se 20 minutos de cada aula/encontro que deve ter 100 minutos, ao longo de 20 semanas, na disciplina programada para carga de 40 hs/aulas/semestrais, restarão 32 hs/aula porque os atrasos representam 400 minutos( que é igual a 8 hs/aula ).Ao considerar também alguns acidentes de percurso como feriado, falta de energia, greve de transportes, enchentes ou questões de saúde, etc. , adicione outros tantos encontros perdidos chegando facilmente a umas otimistas 24 a 28 horas daquelas que deveriam ser 40 hs/aula.O exemplo adotou uma disciplina semestral, mas o aluno tem em média 5 a 6 disciplinas nesse período, totalizando 40 a 48 disciplinas durante um curso de 8 semestres(4 anos ). É realmente fatal para a educação e inteligência nacionais a incidência dessa perda, que pode subtrair até 800 horas de um currículo. Tomando como exemplo um curso programado para uma carga total de 3.200 horas significa 25% de aula/conhecimento não dado-não aprendido.Se a pontualidade de horário fosse cumprida plenamente, nossos jovens, seguramente, estariam se formando com mais competências. Quando não, se a formação admite a supressão de 25% temporal do todo curricular, não é o caso de reduzir o curso de 4 para 3 anos ?Por derradeiro, os cursos de formação tecnológica com acerto estão exigindo a oferta da carga horária baseada na hora-relógio, e mais, que as horas atribuídas aos estágios estejam fora das contempladas às disciplinas regulares.É de fato lamentável a supressão na hora relógio de quase 15% do tempo na criação da hora-aula, resultando milhões de horas suprimidas das disciplinas/cursos/instituições nacionais.Afora outras milhões de horas consumidas, em geral, com greves de docentes e/ou alunado no ensino público, tanto na educação básica como superior.
Autor deste artigo: Roney Cesar Signorini - participante desde Seg, 11 de Junho de 2007.
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· Acs - Atividades Complementares
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quinta-feira, 12 de março de 2009
Tempo...

O TempoRazões para rápidos Natais
Aldo Novak
"O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos. Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio, você começará a perder a noção do tempo. Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos,ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea. Então... quando tempo suficiente houver passado, você perderá completamente a noção das horas,dos dias ou anos.
Estou exagerando para efeito didático, mas em essência é o que ocorreria. Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol. Se alguém tirar estes sinais sensoriais da nossa vida, simplesmente perdemos a noção da passagem do tempo.
Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar : nosso cérebro é extremamente otimizado. Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho. Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia. Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar, conscientemente tal quantidade. Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia. Para que não fiquemos loucos, o cérebro faz parecer que nós não vimos, não sentimos e não vivenciamos aqueles pensamentos automáticos, repetidos, iguais.
Por isso, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo. É quando você se sente mais vivo. Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e "apagando" as experiências duplicadas.
Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente.
Quando começamos a dirigir, tudo parece muito complicado, o câmbio, os espelhos, os outros veículos... Nossa atenção parece ser requisitada ao máximo. Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos,lendo os sinais ou até falando ao celular (proibido no Brasil), ao mesmo tempo. E você usa apenas uma pequena "área" da atenção para isso.
Como acontece? Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas(você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa, no lugar de repetir realmente a experiência). Em outras palavras, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para mente.
Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa... são apagados da sua noção de passagem do tempo... Porque estou explicando isso? Que relação tem isso com a aparente aceleração do tempo? Tudo.
A primeira vez que isso me ocorreu foi quando passei três meses nas florestas de New Hampshire, Estados Unidos, morando em uma cabana. Era tudo tão diferente, as pessoas, a paisagem, a língua, que eu tinha dores de cabeça sempre que viajava em uma estrada, porque meu cérebro ficava lendo todas as placas (eu lia mesmo, pois era tudo novidade, para mim). Foram somente três meses, mas ao final do segundo mês eu já me sentia como se estivesse há um ano longe do Brasil. Foi quando comecei a pesquisar a razão dessa diferença de percepção.
Bastou eu voltar ao Brasil e o tempo voltou a "acelerar". Pelo menos, assim parecia. Veja, quando você começa a repetir algo exatamente igual,a mente apaga a experiência repetida. Conforme envelhecemos, as coisas começam a se repetir - as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações... enfim... as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo. Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.
Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a r-o-t-i-n-a.
Não me entenda mal. A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida,seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos."
©Copyright Encontrei este texto no Matchbox. Foi publicado originalmente no Academia Novak por Aldo Novak, que autorizou a reprodução aqui. Abaixo, os termos de cópia originais do autor:Copyright (c) 2004 by Aldo Novak e Academia Novak do Brasil. Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução sem autorização escrita do autor. ATENÇÃO: Apesar de ser proibido reproduzir este texto sem autorização do autor, é permitido redespacha-lo para todos os seus amigos e conhecidos via e-mail, além de imprimi-lo para colocação em quadros de avisos ou uso em reuniões na empresa, escola, ou em sua família, desde que você INCLUA todo o texto (inclusive este aviso), não altere o conteúdo, e não o comercialize de forma alguma. ZAMORIM :: Textos :: http://zamorim.com/textos/otempo.html
terça-feira, 3 de março de 2009
Uma Aula de Sociologia Política para Crianças

UMA AULA DE SOCIOLOGIA POLÍTICA PARA CRIANÇAS:
Pai, eu preciso fazer um trabalho para a escola! Posso te fazer uma Pergunta?
Claro, meu filho, qual é a pergunta?
O que é política, pai?
Bem, política envolve: Povo; Governo; Poder econômico; Classe trabalhadora; Futuro do país.
Não entendi. Dá para explicar?
Bem, vou usar a nossa casa como exemplo: Sou eu quem traz dinheiro para casa, então eu sou o poder econômico. Sua mãe administra, gasta o dinheiro, então ela é o governo. Como nós cuidamos das suas necessidades, você é o povo. Seu irmãozinho é o futuro do país e a Zefinha, babá dele, é a classe trabalhadora. Entendeu, filho?
Mais ou menos, pai. Vou pensar.
Naquela noite, acordado pelo choro do irmãozinho, o menino, foi ver o que havia de errado. Descobriu que o irmãozinho tinha sujado a fralda e estava todo emporcalhado. Foi ao quarto dos pais e viu que sua mãe estava num sono muito profundo.
Foi ao quarto da babá e viu, através da fechadura, o pai na cama com ela. Como os dois nem percebiam as batidas que o menino dava na porta, ele voltou para o quarto e dormiu. Na manhã seguinte, na hora do café, ele falou para o pai:
Pai, agora acho que entendi o que é política.
Ótimo filho! Então me explica com suas palavras.
Bom, pai, acho que é assim: Enquanto o poder econômico fode a classe trabalhadora, o governo dorme profundamente. O povo é totalmente ignorado e o futuro do país fica na merda!!!
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